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Para que haja vida, morram!!!

22/04/2009

Por Mariana Gualano Luiz

Nesses tempos próximos à páscoa as pessoas se alegram, trocam ovos de chocolate, desejam prosperidade, alegria e qualquer coisa positiva que possa ser desejada a alguém.

Nós como cristãos sabemos que a páscoa é muito mais do que isso. Sabemos que ela é o ápice da nossa fé. É a ressurreição do nosso querido Senhor Jesus. Mas, pela lógica, alguém que ressurge tem que morrer antes. Essa parece uma conclusão meio estúpida, mas creio que é esse um dos nossos maiores erros como cristãos: o fato de não refletirmos profundamente no que foi a morte do Senhor e o que isso de fato tem a ver conosco.

"Se o grão de trigo que cai na terra não morrer ele fica só, mas se morrer produz muito fruto." Jo 12:24

"Se o grão de trigo que cai na terra não morrer ele fica só, mas se morrer produz muito fruto." Jo 12:24

Em João 12:24 o mestre nos alerta que se o grão de trigo que cai na terra não morrer ele fica só, mas se morrer produz muito fruto. O que isso quer dizer a fundo? Morrer como? Prá que?

O cerne da morte de Jesus era gerar frutos, ou seja, vidas. Ele espontaneamente escolheu encarnar para que pudesse doar-se e finalmente nos gerar a vida espiritual novamente. Mas qual foi o preço pago pela morte? O medo de morrer? O medo da dor, da humilhação? Não! Jesus não suou sangue porque estava com medo de morrer ou com medo da dor, ele estava com aquela angústia profunda e aterrorizadora porque aquele seria o primeiro e único momento em que a trindade se romperia e o Pai e Espírito Santo o rejeitariam! Aquele seria o terrível momento em que os olhos de amor e compaixão do Pai se voltariam contra ele e o Espírito Santo calaria a doce voz. Mesmo assim Ele disse “…seja feita a tua vontade, não a minha”.

É possível que você esteja se perguntando “mas onde eu entro nisso?”. Simples: morrendo! Da mesma forma que Jesus teve que pagar o alto preço da morte para gerar a vida, cada um de nós tem que pagar o mesmo preço. Morte de nosso eu, de quem éramos, do nosso velho homem, do amor pelas coisas dessa terra. A palavra fala que aquele que perder a sua vida achá-la-á, mas o que acha perdê-la-á.

Agora eu te pergunto: Você está disposto a morrer? Porque vai doer, e muito. É possível que você sue sangue, que você seja tomado da maior angústia da sua vida. A partir do momento que você toma essa decisão você deve estar disposto a perder tudo e quando eu digo tudo, é TUDO! É possível que o Senhor requeira de você o sonho de ter uma bela casa, ou um casamento dos seus sonhos, ou aquele par de sapatos maravilhosos, enfim, ele vai te matar. Vai tirar de você tudo o que tem tomado o lugar dEle no seu coração, até que você possa dizer “…a tua graça me basta…”. Ele vai te matar para que você possa fitar os olhos nos tesouros que valem a pena lutar para serem ajuntados: vidas.

Gostaria de ressaltar um pequeno detalhe: existem bilhões de pessoas morrendo no mundo por fome, a grande maioria delas são crianças. Essas pessoas estão morrendo porque eu e você ainda não perdemos as nossas vidas. Essas pessoas não são responsabilidade apenas do governo, mas principalmente nossa! Nós somos os representantes do Reino nesse lugar! Portanto, para que afinal você precisa morrer? Pense rápido, mas muito rápido, porque é urgente.

Pelo amor de Deus, até quando vamos ser tão insignificantes na sociedade? Até quando vamos passar pelas pessoas jogadas nas sarjetas e achar normal? MORRAM! Pra que haja vida! MORRAM!

Meus irmãos, é com grande temor, mas também grande esperança que trago essa palavra. Creio que se assim for, se cada um de nós começarmos a meditar na profundidade do sacrifício do nosso Senhor, a vida será instaurada em nosso meio.

Finalizo com uma porção da palavra que resume tudo o que foi dito.

“Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo. Porque nós que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal. De modo que em nós opera a morte, mas em vós a vida…”

“…Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo o nosso homem interior se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas cousas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.”

II Cor. 4:8-12; 16-18.

Que a graça do senhor esteja com vocês até a consumação dos séculos.

Vídeos…

22/04/2009
Por Gui Arruda
Segue uns links de vídeos muito bons [valeu pelas dicas Sté 😀].
Um homem caiu em um buraco
O que é a Igreja?
http://www.youtube.com/watch?v=nWSyZUUL4Wc&feature=related
O Medidor de Bondade
http://www.youtube.com/watch?v=DADApKV1N1A&feature=related

Altares de Adoração

08/04/2009

Por Nelsinho [Nelson Muzel Neto]

A música faz parte da minha vida desde o meu nascimento. Cresci vendo o meu grande mestre, meu pai, vencendo barreiras e introduzindo música contemporânea dentro da IPB (Igreja Presbiteriana do Brasil) e desde muito cedo já me deparava com as dificuldades que havia para que o sentido de louvor como momento de adoração fosse inserido na mente tradicional deste grupo de pessoas.

Porém, isso tudo só se tornou um ministério para mim há 11 anos, quando num culto em um acampamento da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, em Boston, Deus colocou no meu coração o chamado para ser um instrumento para a realização desta Obra e, desde então, tenho presenciado coisas maravilhosas no meio da congregação e tenho visto o poder que há na música e como o Senhor utiliza tudo isso para tocar corações, causar uma grande restauração no caráter das pessoas e aproximá-las cada vez mais dEle.

Hoje, percebo que a sede e a busca por um avivamento têm sido realidade em algumas igrejas presbiterianas e confesso que meu coração se enche de alegria em perceber que, cada vez mais, jovens, adultos e crianças, através do louvor e de cânticos espirituais, têm aberto as portas da intimidade com Cristo, arrependendo-se de seus pecados, tomado posse do amor do Pai e, assim, produzindo um novo estilo de vida e sendo despenseiros da glória de Deus.

Quando vejo isso, logo me vem à mente: “será que falta muito para que sejamos como eram os crentes da igreja primitiva? Quando será que teremos tudo em comum, louvaremos a Deus e Ele acrescentará dia a dia os que serão salvos?” De uma coisa eu estou certo: para que isso aconteça, precisamos perseverar na comunhão e na doutrina dos apóstolos, caso contrário, passaremos por mais um momento de euforia espiritual que não resultará em transformação genuína.

Digo isso, pois ao longo dos anos como ministro de louvor, presenciei momentos incríveis em que fui tocado pelo poder do Espirito Santo e vivi o sobrenatural de uma forma muito clara, porém, quando isso passava, eu me perguntava: “Onde está Deus? Por que Ele não fala mais comigo? Onde estou pecando?”, e confesso que algumas vezes tentei reproduzir aqueles momentos com minhas próprias forças e digo que foi um desastre! Foi quando percebi o grande perigo em que estava me envolvendo colocando as experiências espirituais acima do próprio Deus e que se não houvesse aquilo, não era espiritual ou então, Deus não estava ali.

Vi que não podia manipular o sobrenatural e que embora Ele prove ser, por diversas vezes, o Deus que se auto-revelou, reserva-se no direito de permanecer em silêncio. Na história de Abraão, durante sua longa jornada em Canaã, houve extensos períodos de silêncio, porém, que eram rompidos por uma aparição de Deus e Abraão construia um altar para comemorar a visita do Senhor (Gn 12.7). Assim, vejo que quando isso acontece conosco, devemos aproveitar esses momentos e construir nossos altares de adoração para que seja um novo “marco zero” em nossas vidas e que, assim, nossa caminhada seja a partir daquele momento.

Nossa caminhada de fé deve continuar mesmo quando a onda do Espírito está na maré baixa. Mesmo na ausência de uma época de renovação, Deus ministra poderosamente a seu povo.

Embora não possamos produzir reavivamento por nossos próprios esforços, podemos imitar a busca por Deus que vemos na igreja primitiva. Podemos orar com freqüência, encher-nos da Palavra de Deus, que é a fonte de toda revelação dEle, dar aos pobres e construir relacionamentos fortes de mutualidade. Se desta forma, vivermos nossa adoração diariamente, podemos esperar a maravilhosa presença de Deus no nosso meio e, assim, mesmo em períodos de silêncio e desertos espirituais, poderemos ver a mão poderosa do Senhor e sentirmos que Ele está do nosso lado, trabalhando em nossas vidas.

Gostaria de encerrar este texto com um trecho de Jonathan Edwards, um pregador que liderou o grande reavivamento na Nova Inglaterra na década de 1730.

Ele nos adverte quanto a um fato muito interessamte:

“A base para o verdadeiro deleite que um cristão autêntico tem está em Deus e em sua perfeição. Seu prazer está em Cristo e em sua beleza. Deus se mostra como Ele realmente é (…) Quando alguns crentes congratulam-se apenas a si mesmos, eles mantêm seus olhos somente sobre si. Tendo recebido o que chamam de descobertas ou experiências espirituais, suas mentes passam a se interessar somente por si mesmas e pela admiração de suas experiências. Estão basicamente entusiasmados não pela glória de Deus ou pela beleza de Cristo, mas pela alegria de suas experiências. Ficam pensando: “Que experiência maravilhosa essa! Que grande descoberta fizemos! Que coisa maravilhosa descobrimos!”. Assim, colocam suas experiências no lugar de Cristo e de sua beleza e suficiência plena. Em vez de se regozijar em Jesus, perdem-se em suas maravilhosas experiências pessoais. Ficam tão presos à sua imaginação no que se refere a essas grandes e extraordinárias experiências que toda a sua noção de Deus diz respeito somente a eles mesmos.”

Que Deus abençoe e guarde você em sua jornada de santificação, porque Deus é quem efetua tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade, para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo, preservando a palavra da vida (Fp 2.13-16).

 

Grande abraço,

Nelson Müzel

Dia M – tá chegando!

07/04/2009
Dia M [sábado, 16 de maio], inscreva-se, ore a respeito!!Dia M [sábado, 16 de maio: ore a respeito e inscreva-se!!

10h – Corrida da Tocha – saída do Campo de Marte (Praça Campos de Bagatelle)
11h30 – previsão de chegada da tocha no Mackenzie +
recepção da tocha pela Mocidade +
anúncio pela rádio UMP +
abertura oficial expressa +
recebimento de doações para Maratona de Ação Social +
início da recepção
11h30-13h – almoço +
rádio UMP +
inscrições pras oficinas
13h – início da doação de sangue (IGESP) +
vendas de artigos para apoiar os custos
13h30 – oficinas – 1ªs turmas +
1º UMPray
15-15h30 – intervalo das oficinas
15h30 – 17h – oficinas – 2ª turmas +
2º UMPray
17h – encerramento da doação de sangue +
encerramento das oficinas +
término da rádio UMP
17-18h– preparação para o culto
18h– encerramento da Maratona de Ação Social +
Culto de Celebração
Pós-Culto – Confraternização

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Para saber mais, clique aqui. Para inscrições, clique aqui.

Palestra sobre aborto neste sábado

01/04/2009

 

Não perca a palestra deste sábado!!!

Não perca a palestra deste sábado!!!