Archive for março \31\UTC 2011

Preciso de óleo

31/03/2011

Postado originalmente em http://verbonline.blogspot.com/2011/03/preciso-de-oleo.html


“Considerai como crescem os lírios do campo…” (Mateus 6.28)

“Preciso de óleo”, disse um monge. Então plantou uma mudazinha de oliveira. “Senhor”, orou ele, “ela precisa de chuva, para que suas raízes tenras possam beber e crescer. Manda chuvas brandas.” E o Senhor mandou-lhe chuvas brandas. “Senhor”, orou o monge, “minha planta precisa de sol. Peço-te, manda sol.” E o sol brilhou dourando as nuvenzinhas chuvosas. “Agora neve, meu Senhor, para robustecer seus tecidos”, pediu o monge. E lá ficou a plantinha coberta de neve brilhante. Mas à noite morreu.
Então o monge foi ao quarto de outro irmão e contou-lhe a estranha experiência. “Eu também plantei uma arvorezinha”, disse o outro, “e veja como está viçosa! Mas eu confio a minha planta ao Deus que a criou. Ele que a fez sabe do que ela precisa, melhor do que um homem como eu. Não impus condições. Não estabeleci meios ou maneiras. Orei: “Senhor, manda-lhe o que ela necessita. Sol ou chuva, vento ou neve. Tu a fizeste, e tu sabes”.

Faça como os lírios,
Deixe com o Senhor!
Eles crescem… crescem…
Quer no sol… na chuva…
Crescem e são cuidados!
Deixe com o Senhor!
Muito mais que aos lírios
Deus lhe tem amor!
Ele é quem trabalha
Para quem nele espera.
Sem temor, descanse…
Deixe com o Senhor!

Extraído do livro Mananciais no Deserto (Lettie Cowman)

João Calvino, o Evangelista em Genebra

30/03/2011

Publicado originalmente no site Monergismo.com: http://monergismo.com/?p=1715

por Dr. Joel Beeke

Calvino acreditava que devemos fazer uso total das oportunidades que Deus dá para evangelizar. “Quando uma oportunidade para edificação se apresenta, devemos perceber que uma porta foi aberta para nós pela mão de Deus a fim de que possamos introduzir Cristo naquele lugar e não devemos nos recusar a aceitar o generoso convite que Deus nos faz”, ele escreve. [1]

Por outro lado, quando as oportunidades são restritas e as portas do evangelismo estão fechadas ao nosso testemunho, não devemos persistir em tentar fazer o que não pode ser feito. Ao contrário, devemos orar e buscar outras oportunidades. “A porta está fechada quando não há expectativa de sucesso. [Então] temos que tomar um caminho diferente ao invés de desgastarmos-nos em vãos esforços para alcançá-los”, Calvino escreve. [2] Entretanto, dificuldades para testemunhar não são desculpas para deixar de tentar. Para aqueles que estavam sofrendo restrições e perseguições severas na França, Calvino escreveu: “Vamos, cada um, empenhar-nos em atrair e ganhar para Jesus Cristo aqueles que pudermos”. [3] “Cada homem deve cumprir seu dever sem ceder a qualquer impedimento. No fim, nosso esforço e nossas fadigas não falharão; eles receberão o sucesso que ainda não aparece”. [4]

Vamos examinar neste artigo a prática de evangelização de Calvino em sua congregação e na sua própria cidade de Genebra.

Com freqüência pensamos em evangelização hoje apenas como a obra regeneradora do Espírito e da conseqüente recepção de Cristo pelo pecador através da fé. Por isto, rejeitamos a ênfase de Calvino na conversão como um processo contínuo envolvendo a pessoa como um todo.

Para Calvino, evangelização envolve um chamado contínuo e autoritativo ao crente na igreja para exercer a fé no Cristo crucificado e ressurreto. Esta convocação é um compromisso para a vida toda. Evangelização significa apresentar Cristo de modo que as pessoas, pelo poder do Espírito, possam vir a Deus em Cristo. Mas também significa apresentar Cristo de modo a que o crente possa servi-lo como Senhor na comunhão da Sua igreja e no mundo. Evangelização requer edificar crente na fé mais santa de acordo com os cinco princípios-chave da Reforma: Sola Scriptura, Sola Fide, Sola Gracia, Solus Christus, Sole Deo Gloria.

Calvino foi um notável praticante deste tipo de evangelização dentro de sua própria congregação. Para Calvino, o evangelismo começa com a pregação. Como escreve William Bouwsma: “Ele pregava regularmente e com freqüência: no Velho Testamento nos dias de semana às seis da manhã (sete no inverno), alternadamente; no Novo Testamento, nas manhãs de domingo e nos Salmos, no domingo à tarde. Durante a sua vida ele pregou, neste sistema, cerca de 4.000 sermões depois do seu retorno a Genebra: mais de 170 sermões por ano”. Pregar era tão importante para Calvino que, quando estava rememorando as realizações da sua vida, no seu leito de morte, ele mencionou seus sermões na frente dos seus escritos. [5]

O intento de Calvino na sua pregação era evangelizar tanto quanto edificar. Em média ele pregava em quatro ou cinco versículos do Velho Testamento e dois ou três versículos do Novo Testamento. Ele refletia sobre uma pequena porção do texto de cada vez, explicando primeiro o texto e depois, aplicando-o às vidas da sua congregação. Os sermões de Calvino jamais eram curtos na aplicação; ao contrário, a aplicação era mais longa do que a exposição em seus sermões. Os pregadores devem ser como pais, ele escreveu, “dividindo o pão em pedaços pequenos para alimentar seus filhos”.

Ele também era sucinto. Como o sucessor de Calvino, Theodoro Beza, disse da pregação do reformador: “Cada palavra pesava uma libra”.

Calvino instruía freqüentemente sua congregação sobre como ouvir um sermão. Ele os ensinava o que procurar na pregação, em que espírito eles deveriam ouvir. Seu alvo era ajudar as pessoas a participarem do sermão o mais que pudessem de modo a alimentar suas almas. A atitude de alguém que vem para um sermão, dizia Calvino, deveria incluir “prontidão para obedecer a Deus completamente e sem qualquer reserva”. [6] “Nós não vimos para a pregação unicamente para ouvir o que não sabemos”, Calvino acrescentou, “mas para ser incitado a cumprir o nosso dever”. [7]

Calvino também alcançava os não salvos através de sua pregação, impressionando-os com a necessidade de ter fé em Cristo e o que isto significava. Ele deixava claro que não acreditava que todos no seu rebanho estavam salvos. Embora caridoso com os membros da igreja que mantinham um estilo de vida aparentemente recomendável, ele também referiu-se mais de trinta vezes em seus comentários e nove vezes em suas Institutas (contando apenas as referências de 3.21 a 3.24) ao pequeno número daqueles que recebem a Palavra pregada com fé salvífica: “Se um sermão é pregado, digamos, a cem pessoas, vinte o recebem com a obediência pronta de fé, enquanto o resto o toma como sem valor, ou ri, ou vaia ou detesta-o”, disse Calvino. [8] Ele também escreveu: “pois, embora todos, em exceção, a quem a Palavra de Deus é pregada, sejam ensinados, mesmo assim apenas um em dez, se tanto, o saboreia; sim, escassos um em cem aproveita ao ponto de ser habilitado, desse modo, a prosseguir num rumo certo até o final”.

Para Calvino, a tarefa mais importante do evangelismo era a edificação dos filhos de Deus na fé mais santa e convencer os incrédulos da hediondez do pecado, dirigindo-os a Cristo Jesus como o único Redentor.

Evangelismo em Genebra

Calvino não limitava a pregação à sua própria congregação. Ele também a usava como instrumento para divulgar a Reforma de um extremo ao outro da cidade de Genebra. Aos domingos os Estatutos Genebrinos requeriam sermões em cada uma das três igrejas na alvorada e às 9 da manhã. À tarde as crianças vinham para as classes de catecismo. Às três da tarde, sermões eram pregados novamente em cada igreja.

Durante a semana eram programados sermões em diferentes horários nas três igrejas nas Segundas, Quartas e Sextas. Ao tempo da morte de Calvino, um sermão era pregado em cada igreja, todos os dias da semana.

Mesmo assim não era suficiente. Calvino desejava reformar os genebrinos em todas as esferas da vida. Em seus estatutos eclesiásticos ele requeria três funções adicionais além da pregação que cada igreja deveria oferecer:

1. Ensino. Os doutores em teologia deveriam explicar a Palavra de Deus, primeiro em conferências informais, depois em ambiente mais formal da Academia de Genebra, estabelecida em 1559. Ao tempo da aposentadoria do sucessor de Calvino, Theodoro Beza, a Academia de Genebra havia treinado 1.600 homens para o ministério.

2. Disciplina. Os presbíteros designados dentro de cada congregação deviam, com a assistência dos pastores, manter a disciplina cristã, observando os membros da igreja e seus líderes.

3. Caridade. Os diáconos em cada igreja deviam receber as contribuições e distribuí-las aos pobres.

Inicialmente a reforma de Calvino encontrou dura oposição local. As pessoas particularmente objetavam a utilização pela igreja de excomunhão para reforçar a disciplina eclesiástica. Depois de anos de controvérsias, os cidadãos locais e refugiados religiosos que apoiavam Calvino ganharam o controle da cidade. Nos últimos nove anos da sua vida, o controle de Calvino sobre Genebra foi quase total.

Entretanto, Calvino desejava fazer mais do que reformar Genebra. Ele queria que a cidade se tornasse uma espécie de modelo do reino de Cristo para o mundo inteiro. Na verdade a reputação e a influência da comunidade genebrina espalhou-se para a vizinha França, depois para a Escócia, Inglaterra, Holanda, parte da Alemanha ocidental, e partes da Polônia, Tchecoslováquia e Hungria. A igreja de Genebra tornou-se um modelo para o movimento reformado inteiro.

A Academia de Genebra também assumiu um papel criticamente importante, pois logo se tornou mais que um lugar para se aprender teologia. Em “João Calvino: Diretor de Missões”, Philip Hugues escreve:

A Genebra de Calvino não foi uma torre de marfim teológico que viveu para si mesma. As naves humanas eram equipadas e reparadas neste porto…para que pudessem ser lançadas nos circunvizinhos oceanos das necessidades do mundo, encarando bravamente cada tempestade e cada perigo que as aguardava, a fim de trazer a luz do Evangelho de Cristo para aqueles que estavam na ignorância e escuridão de onde eles próprios originalmente vieram”. [10]

Através da influência da Academia, John Knox levou a doutrina evangélica para a sua Escócia natal; ingleses foram equipados para liderar a causa na Inglaterra; italianos tiveram o que necessitavam para ensinar na Itália e os franceses (que formavam a grande massa de refugiados) estenderam o Calvinismo para a França. Inspirados pela visão verdadeiramente ecumênica de Calvino, Genebra tornou-se o núcleo de onde a evangelização se espalhou por todo o mundo. De acordo com o Registro da Companhia de Pastores, entre 1555 e 1562, oitenta e oito homens foram enviados para fora de Genebra, para diferentes lugares do mundo. Estes dados são lamentavelmente incompletos. Em 1561, que parece ter sido o ano culminante da atividade missionária, o envio de apenas doze homens está registrado, enquanto que outras fontes indicam que perto de vinte vezes aquele número – não menos do que 142 – saíram em missões particulares. [11]

Esta é uma espantosa realização para um esforço que começou com uma pequena igreja se debatendo dentro de uma minúscula cidade – república. Contudo, o próprio Calvino reconheceu o valor estratégico do esforço. Ele escreveu para Bullinger: “Quando considero quão importante é este recanto (de Genebra) para a propagação do reino de Cristo, eu tenho uma boa razão para desejar que ele seja cuidadosamente vigiado”. [12]

Em um sermão em 1 Timóteo 3:14, Calvino pregou: “Que possamos atentar para o que Deus tem nos ordenado, que Ele teria prazer em mostrar Sua graça, não apenas sobre uma cidade ou um punhado de pessoas, mas que reinaria sobre todo o mundo; que cada um possa servi-lo e adorá-lo em verdade”.

NOTAS:

1 – Comentário sobre 2 Coríntios 2:12;
2 – Ibidem.
3 – Bonnet: Cartas de Calvino, 3: 134.
4 – Comentário sobre Gênesis 17:23.
5 – William Bouwsma: John Calvin: Um Retrato do Século Dezesseis (New York: Oxford, 1988), pg 29.
6 – Leroy Nixon: John Calvin: Pregador Expositivo (Grand Rapids: Eerdmans, 1950), pg 65.
7 – John Calvin: Opera quase supersunt omnia, 79: 783.
8 – Institutas 3.24.12.
9 – Comentário sobre Salmos 119:101.
10 – A Herança de João Calvino, ed. John H. Bratt, pg. 44.
11 – Ibid., pgs 45-46.
12 – Bonnet, Cartas de Calvino 2: 227

Fonte: Revista “Os Puritanos”, ANO XII: Nº 01: 2004

Noite Tarantela 2 – sábado 26 de março

21/03/2011

Nesse próximo sábado teremos nossa Noite Tarantela 2, é uma noite à italiana, não perca!!!

Amanhã tem palestra na IPVM !!

18/03/2011

Alderi Souza de Matos graduou-se em teologia pelo Seminário Presbiteriano de Campinas (1974), sendo também bacharel em Filosofia pela Universidade Católica do Paraná (1979) e em Direito pela Escola de Direito de Curitiba (1983).

Após vários anos de ministério no Paraná, fez seu mestrado em Novo Testamento (S.T.M.) na Andover Newton Theological School, em Newton Centre, Massashusetts, EUA (1988) e seu doutorado em História da Igreja na Boston University School of Theology (1996).

Em 1997, o Dr. Alderi veio trabalhar no CPAJ, onde também atua como co-editor da revista teológica Fides Reformata. É historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Felicidade é ordem de Deus

17/03/2011

“Alegrai-vos sempre no Senhor; 
outra vez digo: alegrai-vos.” 
Fl 4.4

Fomos criados para a felicidade. Fomos salvos para a maior de todas as felicidades. A felicidade não é uma opção. É uma ordem de Deus.

O apóstolo Paulo, mesmo numa prisão, escreveu aos filipenses: Alegrai-vos sempre no Senhor, outra vez digo, alegrai-vos. A alegria não é uma emoção superficial e passageira, mas a mais profunda felicidade que coexiste com a dor. Paulo diz que devemos nos alegrar sempre.

É claro que a vida não é um parque de diversões. Enfrentamos lutas e cruzamos vales escuros. Mas, nossa felicidade não é um bem estar epidérmico e fugaz, mas uma experiência profunda e duradoura. Nossa alegria além de imperativa é também ultracircunstancial. Nossa alegria não depende de circunstâncias.

Mas, qual é o núcleo dessa felicidade? Dinheiro? Prazer? Sucesso? Não. Paulo diz: alegrai-vos sempre no Senhor. Jesus é o cerne dessa alegria. Ele é o conteúdo da nossa felicidade. Nossa felicidade não é apenas ausência de coisas ruins nem apenas presença de coisas boas.

Nossa felicidade é uma pessoa; nossa felicidade é Jesus!

Fonte: http://www.lpc.org.br/cada-dia, 15/03/11

II Congresso Internacional de Religião, Teologia e Igreja

10/03/2011

De segunda a quarta-feira que vem acontece este congresso no Mackenzie, quem puder ir, com certeza aprenderá bastante. Terá palestras e oficinas muito interessantes!!


Também disponível em: https://umpvilamaria.wordpress.com/2011/02/15/ii-congresso-internacional-de-religiao-teologia-e-igreja/

A história de Zac Smith – vídeos do culto de pré-acampamento

09/03/2011

Esses são alguns dos vídeos que o rev. Alexandre mostrou no culto de pré-acampamento.

Agradecemos ao irmão Rivaldo Guimarães por compartilhar os links, também postados em seu blog: http://rivaldoguimaraes.blogspot.com/

Pós-acampa neste sábado!!

09/03/2011

Chegou o dia!!!

04/03/2011

Oi gente, bom dia!

Seguinte, ontem o Seu Lelé ligou pro Diego e disse que tava BEM frio lá.
Hoje a Raquel deu uma olhada no clima tempo e parece que vai dar uma esquentada… mas como lá é montanha, melhor se prevenirem e levarem roupa de frio e cobertor!! A previsão do tempo segue abaixo.
Outra coisa: estamos com o ônibus superlotado de coisas da equipe de louvor, bagagens etc. e este ano não temos outros recursos como kombis emprestadas, pickup do Jacó etc. epedimos ajuda para quem puder passar na igreja e carregar itens da cantina ou o que estiver faltando.
Lembrando: saída da igreja 23h30, chegar pelo menos meia-hora antes.
Continuem orando pelo acampi!!
A paz,
Gui – Dinha – Diego – Fernanda – Davi
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Sl 51.12: “Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário.

Sexta-Feira, 04/03 nascer e pôr-do-sol: Nascer do Sol 05h59 Pôr do Sol 18h28

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27ºC
17ºC
Quantidade e Probabilidade de Chuva
0mm 0%
Direção e Velocidade do Vento
ESE 7km/h
Umidade relativa máxima e mínima
99% 62%
Nublado pela manhã, com possibilidade de garoa. Tarde de sol com diminuição de nuvens. Noite com muita nebulosidade.

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horário 06h 09h 12h 15h 18h 21h
direção do vento ESE E ESE SE SE SE
velocidade do vento (km/h) 3.24 6.84 9.72 12.24 10.08 9
pressão (hPa) ND ND ND ND ND ND
umidade relativa (%) 98 83 63 64 69 87
Sábado, 05/03 nascer e pôr-do-sol: Nascer do Sol 06h00 Pôr do Sol 18h27
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28ºC
18ºC
Quantidade e Probabilidade de Chuva
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Direção e Velocidade do Vento
SE 8km/h
Umidade relativa máxima e mínima
98% 52%
Dia de sol com algumas nuvens e névoa ao amanhecer. Noite com poucas nuvens.

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horário 06h 09h 12h 15h 18h 21h
direção do vento ESE ESE ESE ESE SE ESE
velocidade do vento (km/h) 2.16 4.32 9 12.24 12.96 9
pressão (hPa) ND ND ND ND ND ND
umidade relativa (%) 96 66 54 53 70 92
Domingo, 06/03 nascer e pôr-do-sol: Nascer do Sol 06h00 Pôr do Sol 18h27
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31ºC
17ºC
Quantidade e Probabilidade de Chuva
0mm 0%
Direção e Velocidade do Vento
SE 10km/h
Umidade relativa máxima e mínima
99% 41%
Dia de sol com algumas nuvens e névoa ao amanhecer. Noite com poucas nuvens.

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horário 06h 09h 12h 15h 18h 21h
direção do vento ESE E E ESE ESE ESE
velocidade do vento (km/h) 5.04 10.08 11.16 12.96 15.12 9.72
pressão (hPa) ND ND ND ND ND ND
umidade relativa (%) 97 79 50 41 49 79
Segunda-Feira, 07/03 nascer e pôr-do-sol: Nascer do Sol 06h01 Pôr do Sol 18h26
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31ºC
17ºC
Quantidade e Probabilidade de Chuva
0mm 0%
Direção e Velocidade do Vento
ESE 11km/h
Umidade relativa máxima e mínima
98% 41%
Sol com algumas nuvens. Não chove.

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horário 06h 09h 12h 15h 18h 21h
direção do vento ENE ENE ENE E ESE ESE
velocidade do vento (km/h) 7.2 11.16 12.24 13.32 15.84 10.08
pressão (hPa) ND ND ND ND ND ND
umidade relativa (%) 97 67 44 42 58 85
Terça-Feira, 08/03 nascer e pôr-do-sol: Nascer do Sol 06h01 Pôr do Sol 18h25
icone manhã
icone tarde
icone noite
30ºC
20ºC
Quantidade e Probabilidade de Chuva
5mm 80%
Direção e Velocidade do Vento
ESE 10km/h
Umidade relativa máxima e mínima
95% 48%
Sol e aumento de nuvens de manhã. Pancadas de chuva à tarde e à noite.

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horário 06h 09h 12h 15h 18h 21h
direção do vento E ENE ENE ESE ESE ESE
velocidade do vento (km/h) 5.04 9.72 10.08 14.04 15.84 9.72
pressão (hPa) ND ND ND ND ND ND
umidade relativa (%) 94 76 52 50 62 84

 

Verbonline – Sonhos e visões

03/03/2011

Por Aline Cândido em http://verbonline.blogspot.com/2011/02/sonhos-e-visoes.html

 

Ele acordou, trabalhou, comeu e dormiu. Faz isso há dias, tem a mesma rotina há anos. Vida sem graça, vida medíocre. Você acha essa palavra muito forte? Medíocre é tudo o que fica entre o bom e o mal, não é grande, nem pequeno, é mediano, quase sofrível, previsível. Seu presente era assim, os dias não lhe traziam nenhuma surpresa.
Sampaio tinha sonhos (por que não chamá-los de delírios?). Sonhava com uma casa maior, um carro melhor, uma promoção no trabalho, em ter tempo para os amigos, ter filhos… e de devaneio em devaneio suspirava, imaginando como tudo seria diferente se… Sempre tinha um SE em seu caminho.
Sua vida passaria despercebida se não fosse um “CERTO DIA” – duas palavrinhas quase mágicas que ele leu no Sagrado Livro:

“Certo dia o Senhor Deus disse a Abrão: – Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa do seu pai e vá para uma terra que eu lhe mostrarei. Os seus descendentes vão formar uma grande nação. Eu o abençoarei, o seu nome será famoso, e você será uma bênção para os outros. Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o almadiçoarem. E por meio de você eu abençoarei todos os povos do mundo. Abrão tinha setenta e cinco anos quando partiu de Harã, como o Senhor havia ordenado.” Gênesis 12.1-3

Abrão era mais um entre os da sua família. A vida seguia seu curso, sem novidades, sem surpresas, até que CERTO DIA Deus resolveu lhe dar uma visão, visão de futuro, visão de vida. Há uma grande diferença entre sonho e visão. Sonho vem do coração do homem, visão vem da boca de Deus.
Enquanto sonhamos os nossos sonhos limitados vivemos uma vida sem perspectiva. Mas quando andamos com Deus, Ele nos faz viver coisas inimagináveis.
Abrão ouviu a direção de Deus e o obedeceu imediatamente (uma visão começa com uma ação, um movimento). Sua vida ganhou novos rumos, um novo sentido para ele e para os que viriam depois dele. Abrão saiu do meio dos seus parentes, foi morar em outra terra, formou sua própria família com sua
esposa (que até então era estéril) mudou de nome e deu origem ao povo judeu.

Quem poderia sonhar essa vida para Abrão? Somente Deus.
“Será que Deus tem uma visão para minha vida?”, pensava Sampaio. “O presente eu já conheço, mas o que Deus tem pra mim no futuro? Quero viver segundo a visão de Deus pra minha vida!”. E assim Carlos fez o primeiro movimento, uma oração, e foi dormir ansioso para sonhar os sonhos de Deus.