Archive for abril \29\UTC 2011

ATENÇÃO: programação de amanhã está ADIADA

29/04/2011

Por motivos de agenda, estamos adiando a programação de amanhã. Repetindo, não haverá programação da UMP amanhã.

Fica mantida para semana que vem o Jantar Mexicano, em que teremos boas surpresas…

Diretoria 2011

Morreu em um acidente de carro nos EUA o Rev. David Wilkerson.

28/04/2011

Faleceu nesta quarta feira o Rev. David Wilkerson,  que foi o fundador daIgreja de Times Square em Nova York. Wilkerson morreu em um acidente de carro no Texas, de acordo com uma fonte próxima à CBN News. Ele tinha 79 anos.

Wilkerson ficou famoso por ter publicado o livro e filme “A Cruz e o Punhal” além de ter denunciado vários falsos avivamentos nos EUA.

O Rev. David estava na estrada I 175 no Texas quando tentou uma ultrapassagem e teve seu carro atingido por uma carreta na direção oposta.

Wilkerson postou em seu blog um artigo datado de 27 de abril – o dia da sua morte. Intitulado “Quando tudo mais falhar”, ele incentivou as pessoas que estão enfrentando dificuldades a “permanecerem firmes na fé”

“Para quem passa pelo vale da sombra da morte, ouça esta palavra: o choro vai durar por algumas noites escuras e teríveis, mas em breve você vai ouvir o sussurro do Pai: ‘Eu estou com você’. Amado, Deus nunca deixou de agir, sempre com bondade e amor. Quando tudo mais falhar, o seu amor ainda prevalece. Segure firme em sua fé. Permaneça firme na sua Palavra. Não há outra esperança neste mundo. ”

Que Deus conforte a familia, amigos e igreja.

Publicado originalmente no blog de Pr. Renato Vargens
Fonte CBN

Veja abaixo um video de uma de suas pregações onde ele combate as heresias do nosso tempo.

Sábado, 30/04, tem programação na IPVM

27/04/2011

Neste sábado teremos um estudo bíblico sobre santidade, 19h30 na IPVM, não percam!!!

O Grande Pecado – parte 2

19/04/2011
Extraído do Livro: Mero Cristianismo, C.S. Lewis, páginas 126-132, Editora Quadrante.  

É terrível que o pior de todos os vícios consiga infiltrar-se no próprio cerne da nossa vida espiritual. Mas é compreensível que seja assim. Os outros vícios, os menores, derivam da atuação do demônio sobre a nossa natureza animal; este vício, em contrapartida, não provém de forma alguma da nossa natureza animal. Provém diretamente do inferno. É puramente espiritual e, em conseqüência, é muito mais mortífero e sutil.

Esta é também a razão pela qual o orgulho pode muitas vezes ser utilizado para derrotar os vícios mais baixos. Os professores, por exemplo, recorrem com freqüência ao orgulho dos seus alunos – ou, como lhe chamam hoje em dia, à sua “auto-estima” – para fazê-los comportar-se decentemente; da mesma forma, muitos vencem a covardia, a luxúria ou o mau gênio porque aprendem a considerá-los “abaixo da sua dignidade” – ou seja, por orgulho. O demônio diverte-se muito com esses casos. Agrada-lhe profundamente ver que nos tornamos castos, corajosos e senhores de nós mesmos desde que, ao mesmo tempo, lhe permitamos estabelecer em nós a ditadura do orgulho, da mesma forma que lhe agradaria imensamente curar-nos de um resfriado se pudesse dar-nos um câncer em troca. Porque o orgulho é um câncer espiritual: devora a própria possibilidade do amor, da felicidade e até do senso comum.

Antes de passarmos adiante, convém precavermo-nos contra alguns possíveis mal-entendidos:

1. O prazer que se experimenta em ser louvado não é orgulho. A criança que recebe uns tapinhas nas costas por ter feito bem a lição, a mulher cuja beleza é louvada pelo namorado, a alma redimida a quem Cristo diz: Muito bem, servo bom e fiel (Mt 25, 21), todas elas sentem prazer com essas palavras de louvor e devem senti-lo. Porque, nesses casos, o prazer não deriva de as pessoas serem isto ou aquilo, mas de terem agradado a alguém a quem queriam agradar, e o queriam com toda a razão. O problema começa quando se passa do pensamento: “Consegui agradar-lhe. Tudo está bem”, para este outro: “Bem, se consegui agradar-lhe, é que no fundo sou bom mesmo!”. Quanto mais nos comprazemos em nós mesmos e menos no louvor, tanto piores nos tornamos. E quando nos comprazemos totalmente em nós mesmos e o louvor não nos importa nada, atingimos o fundo do poço.

É por isso que a vaidade, embora seja o tipo de orgulho que se mostra mais à superfície, é na verdade a forma mais tolerável e compreensível deste vício. O vaidoso anseia em excesso pela admiração, pelo louvor e pelo aplauso, e está continuamente a tentar “pescá-los”. É um defeito, sem dúvida, mas um defeito infantil e curiosamente humilde, pois demonstra que ainda não estamos plenamente satisfeitos com a auto-admiração, que ainda valorizamos os outros o suficiente para querer que olhem para nós. Demonstra, na verdade, que ainda somos humanos.

O orgulho verdadeiramente negro e diabólico surge quando olhamos tão de cima para os outros que não nos importa nada o que pensem de nós. Claro, está muito certo – e às vezes chega a ser um dever – não nos importarmos com o que os outros pensem a nosso respeito, desde que o façamos pela razão correta: porque nos importa incomparavelmente mais o que Deus pensa a nosso respeito. Mas o orgulhoso despreza a opinião alheia por outras razões. “Por que deveria importar-me com o que essa gentalha pensa? Mesmo que as suas opiniões tivessem algum valor, por acaso sou homem para ruborizar-me ao primeiro elogio, como uma debutante no seu primeiro baile? Não senhor, sou uma personalidade plenamente adulta e amadurecida. Tudo o que fiz foi apenas para satisfazer os meus próprios ideais – ou então “a minha consciência artística”, ou “as tradições da minha família”, ou, numa palavra, simplesmente porque pertenço a “essa categoria de homens”. Se o vulgo me admira, o problema é deles; não representam nada para mim”.

Desta forma, um orgulho autêntico e radical pode agir como freio para a vaidade, mesmo porque, como víamos há pouco, o demônio gosta muito de “curar” um defeito pequeno com outro maior. É verdade que não devemos ser vaidosos, mas jamais devemos pedir ao nosso orgulho que entre em campo para combater a nossa vaidade. Mais vale a frigideira que o fogo…

2. Dizemos com freqüência que esta ou aquela pessoa “se orgulha” do seu filho, do seu pai, da sua escola ou do seu regimento, e podemos muito bem perguntar-nos se esse tipo de “orgulho” é um pecado. Penso que a resposta depende do que entendamos por “orgulhar-se de”. Muitas vezes, em expressões como essas, significa apenas: “tem uma calorosa admiração por”. Ora, esse tipo de admiração evidentemente dista muito de ser um pecado. Mas poderia significar que a pessoa em questão assume ares de grandeza por ter tido um pai ilustre ou pertencer a um regimento famoso. Isso já seria um erro crasso, mas ainda assim seria melhor do que se orgulhar simplesmente de si mesmo. Amar e admirar alguma coisa exterior a nós significa sempre que nos afastamos pelo menos um passo do abismo espiritual definitivo, embora não devamos nunca considerar-nos em segurança enquanto amamos e admiramos qualquer coisa mais do que amamos e admiramos a Deus.

3. Não devemos pensar que Deus nos proíbe o orgulho porque se sinta ofendido por esse vício, nem que nos exige a humildade como uma espécie de tributo devido à sua dignidade, como se ele mesmo fosse um orgulhoso. Não, Deus não está nem um pouco preocupado com a sua dignidade. Quer apenas que nos tornemos capazes de conhecê-lo porque deseja entregar-se a nós. É que Deus e nós estamos feitos de tal forma que, se realmente conseguirmos algum tipo de contato com Ele, encontraremos a verdadeira humildade – uma humildade prazerosa, o infinito alívio de nos vermos enfim livres de uma vez por todas desse estúpido blábláblá a respeito da nossa própria dignidade, que tem enchido toda a nossa existência de intranqüilidade e amargura.

Deus só quer fazer-nos humildes a fim de tornar possível essa libertação; só quer tentar aliviar-nos de todos os disfarces feios e inúteis com que nos ataviamos e com que passeamos de cá para lá, empertigados como pequenos palhaços que somos. Eu mesmo gostaria de ter avançado muito mais na humildade do que avancei; nesse caso, certamente saberia descrever muito melhor o alívio e o prazer que experimentamos ao tirar a fantasia, ao livrar-nos do falso “eu”, com todos os seus “Olhem para mim” e “Não acham que sou um bom menino?”, com todas as suas poses e gestos calculados. Chegar perto disso, ao menos por um momento, já é como um copo de água fresca para o caminhante no meio do deserto.

4. Não pensemos que, se encontrarmos alguém realmente humilde, ele se parecerá com o que hoje em dia a maioria chama “uma pessoa humilde”. Não, não será desse tipo untuoso e bajulador que está sempre a dizer que não é ninguém nem conta para nada. Muito provavelmente, pensaremos dele que é apenas uma pessoa alegre e inteligente que se interessa de verdade por aquilo que nós temos a contar-lhe. Se não simpatizarmos com ele, será por sentirmos uma ponta de inveja de alguém que parece desfrutar da vida com tanta facilidade. O certo é que essa pessoa não estará pensando em como ser mais humilde; aliás, não estará pensando em si mesma de forma alguma.

Se alguém quiser adquirir a humildade, penso que ao menos posso dizer-lhe qual é o primeiro passo. Esse passo é compreender que somos orgulhosos. E não é um passo pequeno. Seja como for, não há nada que se possa fazer antes de dá-lo. E se tivermos a impressão de que, afinal de contas, não somos tão orgulhosos assim, é porque somos orgulhosos demais.

O Grande Pecado – parte 1

18/04/2011
Extraído do Livro: Mero Cristianismo, C.S. Lewis, páginas 126-132, Editora Quadrante.  

Chegamos agora àquela parte da moral cristã que a distingue mais nitidamente de todas as outras doutrinas morais. Há um vício de que ninguém está inteiramente livre neste mundo, que todos detestam profundamente quando o encontram nos outros, e do qual praticamente ninguém que não seja cristão se considera culpado. Já ouvi gente admitir que tem mau gênio, ou que perde a cabeça por mulheres ou bebida, ou mesmo que é covarde, mas penso que nunca encontrei ninguém que se acusasse deste outro vício, a menos que fosse cristão. Ao mesmo tempo, só muito raramente encontrei entre os não-cristãos alguém que demonstrasse a menor compreensão para com este vício nos outros. Não há defeito que nos torne mais impopulares, nem fraqueza que nos torne mais incapazes de detectá-la em nós mesmos. E quanto mais força tiver em nós, mais nos desagradará nos outros.

O vício a que me refiro é o orgulho ou amor-próprio, e a virtude que se opõe a ele chama-se, segundo a moral cristã, humildade. O leitor estará lembrado de que, ao falarmos da moral sexual, eu o preveni de que não era ali que se encontrava o centro da moral cristã. É aqui que chegamos ao centro. De acordo com os mestres cristãos, o vício essencial, o mal supremo, é o orgulho. Em comparação com ele, a incontinência sexual, a ira, a cobiça, a embriaguez e coisas do gênero não passam de picadas de mosquito. Foi por orgulho que o demônio se tornou demônio. É o orgulho que conduz o homem a todos os outros vícios. Trata-se do estado de alma mais completamente anti-Deus que pode haver.

Isto lhe parece um exagero? Se for assim, pense melhor. Acabo de dizer que, quanto mais orgulhosos formos, tanto mais nos desagradará o orgulho nos outros. Com efeito, o modo mais simples de descobrir até onde vai o nosso orgulho é perguntar-nos: “Até que ponto me desagrada que os outros façam um comentário desdenhoso a meu respeito, ou não me levem em consideração, ou se metam na minha vida, ou me tratem com modos paternalistas, ou assumam ares de importância?” A verdade é que o orgulho de cada um está sempre em competição direta com o orgulho de todos os outros. O fato de fulano de tal ser o centro das atenções numa festa só me irrita tanto porque eu é que queria ser o centro das atenções: dois bicudos não se beijam…

Vale a pena sublinhá-lo: o orgulho é essencialmente competitivo – é competitivo pela sua própria natureza -, ao passo que os outros vícios são, por assim dizer, competitivos “por acidente”. O orgulhoso não sente prazer em possuir isto ou aquilo, mas apenas em possuir mais do que o vizinho. Dizemos que as pessoas se orgulham de ser ricas, inteligentes ou bonitas, mas na verdade não é assim: as pessoas orgulham-se de ser mais ricas, mais inteligentes ou mais bonitas do que os outros. Se todos nos tornássemos igualmente ricos, inteligentes ou bonitos, já nenhum de nós teria nada de que se orgulhar. É a comparação que nos torna orgulhosos: o prazer de nos sentirmos acima dos outros. E quando o elemento de competição desaparece, também o orgulho desaparece.

É por isso que digo que se trata de um vício essencialmente competitivo, ao contrário dos outros vícios. O impulso sexual pode levar dois homens a competirem entre si, por exemplo, se ambos desejam a mesma garota; no entanto, isso é meramente acidental, porque ambos poderiam igualmente desejar garotas diferentes. O orgulhoso, porém, procurará tirar-nos a namoradinha, não por estar interessado nela, mas apenas para provar a si mesmo que é melhor do que nós. Também a cobiça pode levar as pessoas a competirem entre si, sobretudo se não houver o bastante para todos; mas o orgulhoso, mesmo que tenha conseguido juntar para si mais do que seria razoável, tentará obter ainda mais unicamente para afirmar o seu poder. Quase todos os males do mundo que se costumam atribuir à ganância ou ao egoísmo são, na verdade, em muito maior medida fruto do orgulho.

Vejamos mais de perto o caso do dinheiro. A ganância pode certamente levar um homem a querer dinheiro para ter uma casa melhor, férias de melhor qualidade, alimentos e bebidas mais finos. Mas apenas até certo ponto. Que é que leva um homem que já tem uma renda anual de, digamos, cem mil libras, a ansiar pelo dobro? Certamente não é a cobiça por mais prazeres, uma vez que cem mil libras lhe proporcionarão folgadamente tudo aquilo de que um homem realmente pode usufruir. É o orgulho: o desejo de ser mais rico do que algum outro rico, e – mais ainda – o desejo de poder. Porque é o poder que verdadeiramente satisfaz o orgulhoso: não há nada que nos faça desfrutar com mais intensidade da sensação de sermos superiores aos outros do que a possibilidade de movê-los de cá para lá como se fossem soldadinhos de chumbo.

O que é que leva uma moça bonita a espalhar angústia por onde quer que passe à base de colecionar admiradores? Certamente, não é o seu instinto sexual, porque essa espécie de mulheres costuma ser sexualmente frígida; é o orgulho. O que é que leva um líder político ou uma nação inteira a querer sempre mais e mais? Novamente, o orgulho. Repito: o orgulho é competitivo por natureza e, por isso, não se contenta nunca. Se eu for orgulhoso, enquanto houver no mundo alguém que seja mais poderoso ou mais rico ou mais inteligente do que eu, esse será meu rival e meu inimigo.

Os cristãos têm razão: é o orgulho que tem sido a principal causa de infelicidade em todas as nações e em todas as famílias desde que o mundo é mundo. Os outros vícios podem eventualmente chegar a unir as pessoas: encontraremos, por vezes, verdadeira camaradagem, brincadeiras e afabilidade entre bêbados e libertinos. O orgulho, porém, sempre traz inimizade; mais ainda, é inimizade. E não apenas inimizade entre os homens, mas inimizade entre o homem e Deus.

Em Deus, encontramos um Algo que é incomensuravelmente superior a nós em todos os sentidos. E, a menos que reconheçamos que é assim, e que reconheçamos que em comparação com Ele não somos nada, não podemos chegar a conhecê-lo de maneira nenhuma. O orgulhoso sempre olha as pessoas e as coisas de cima para baixo; ora, enquanto estivermos olhando para baixo, é claro que ao conseguiremos enxergar o que está acima de nós.

Isto levanta uma questão terrível: como pode haver pessoas que, estando a todas as luzes completamente carcomidas pelo orgulho, mesmo assim afirmem acreditar em Deus e se considerem profundamente religiosas? Receio que isso signifique que adoram um Deus imaginário. Admitem, em teoria, que não são nada diante desse Deus-fantasma, mas na verdade passam o tempo todo a imaginar que Ele está encantado com elas e as considera muito melhores do que as pessoas comuns. Ou seja, pagam dois centavos de humildade imaginária a esse ídolo, e recebem em troca uma libra de desprezo real pelos seus semelhantes. Suponho que Cristo pensava neste tipo de pessoas quando afirmou que alguns pregariam em seu Nome e em seu Nome expulsariam demônios, apenas para ouvir dEle, no fim dos tempos, que Ele nunca os conheceu (cf. Mt 7, 23).

Qualquer um de nós está sujeito a cair nesta armadilha mortal a qualquer momento. Felizmente, dispomos de um teste que nos permite detectá-la. Sempre que a nossa vida espiritual nos faça sentir que somos bons, e sobretudo que somos melhores que tal ou qual pessoa, podemos estar certos de que não estamos sob a ação de Deus, mas do demônio. A verdadeira prova de que estamos na presença de Deus é que nos esquecemos completamente de nós mesmos ou ao menos nos enxergamos como um ser minúsculo e desprezível. O melhor é esquecermo-nos inteiramente de nós.

Fim da parte um

Sábado tem cine-pipoca na casa do Nelsinho e da Kell!!!

13/04/2011

Neste sabadão às 19h30 não deixe de estar em comunhão compartilhando um momento bem família, numa programação super aconchegante de cine-pipoca!!

 

Mais detalhes em breve  :0)

DEUS, nosso bom pastor

12/04/2011

“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.” 
Sl 23.1

Nos tempos do Antigo Testamento a criação de ovelhas era uma das atividades econômicas mais comuns em Israel. Davi, ainda jovem, já conhecia bem a profissão. Adquiriu profunda experiência no pastoreio das ovelhas. Ao escrever o salmo 23 Davi fala de seu relacionamento com Deus, declarando sua fé no Deus que cuida de sua vida. Ele experimentava o cuidado de Deus em sua vida. Era resultado de sua confiança em Deus. Ele faz uma bela declaração de fé: “o Senhor é o meu pastor” (Sl 23.1). Ao contrário do que se pensa, Deus não era propriedade de Davi, mas Davi declara pertencer a Deus.

Em outras palavras, Davi sabia que Deus, sendo seu pastor, estaria com ele, oferecendo cuidado, sustento, amparo, proteção e, sobretudo, sua doce e maravilhosa presença. Nossa experiência de fé em Jesus Cristo assegura-nos a confiança de que jamais estaremos sozinhos nas jornadas da vida. Sendo ele o nosso pastor entramos numa fascinante relação de intimidade, o que enche o coração de paz e segurança.

Publicado originalmente em http://www.lpc.org.br/cada-dia em 12/04/11

Homofobia, um esclarecimento necessário

10/04/2011

Postado originalmente por Rev. Hernandes Dias Lopes em
http://hernandesdiaslopes.com.br/2011/03/homofobia-um-esclarecimento-necessario/

A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual. O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:

Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.

Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o preceito da justiça?

Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).

Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24).

A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).

DEUS, nossa tenda de refúgio

07/04/2011

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, 
socorro bem presente na tribulação.”
Sl 46.1

O Salmo 46 afirma ao nosso coração que “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na tribulação”. Tribulação para o salmista tinha o sentido de passar por momentos difíceis, ficar limitado, perder a mobilidade de ação, ficar encurralado, como que num beco sem saída. São muitas as situações da vida que nos pressionam, causam estresse, sugam e minam nossas forças.

O estresse é quando tentamos manter um ritmo alucinado em nosso dia a dia, onde a fadiga é uma das primeiras evidências em nosso corpo. Parece que, muitas vezes, queremos assumir o lugar de Deus, fazendo tudo sozinhos. É quando queremos correr mais do que o tempo. O esgotamento físico-emocional é como uma luz vermelha no painel de um carro chamando a atenção do motorista e lhe dizendo que alguma coisa está errada. Atentemos para o fato de que nossa saúde emocional não depende de enfrentarmos ou não adversidades, mas sim, de como as enfrentamos. E lembre-se de que podemos confiar inteiramente em Deus para vencer as lutas da vida.

Publicado originalmente em http://www.lpc.org.br/cada-dia em 07/04/11

Cristianismo e Política – Videos

07/04/2011
Os vídeos do II Congresso Internacional de Religião, Teologia e Igreja, que divulgamos aqui e no qual falaram Wayne Grudem, Solano Portela, Augustus Nicodemus e Hernandes Dias Lopes estão disponíveis na internet.

Part 1: Basic Principles

Chapter 1: Five Wrong Views about Christians and Government (este capítulo está disponível neste link, no formato PDF)
Chapter 2: A Better Solution: Significant Christian Influence on Government
Chapter 3: Biblical Principles Concerning Government
Chapter 4: A Biblical Worldview
Chapter 5: The Courts and the Question of Ultimate Power in a Nation
Part 2: Specific Issues
Chapter 6: The Protection of Life
Chapter 7: Marriage
Chapter 8: The Family
Chapter 9: Economics
Chapter 10: The Environment
Chapter 11: National Defense
Chapter 12: Foreign policy
Chapter 13: Freedom of Speech
Chapter 14: Freedom of Religion
Chapter 15: Special Groups
Chapter 16: The Problem of Media Bias: When the Watchdogs Fall Asleep
Chapter 17: Application to Democratic and Republican Policies Today
The five views that Grudem argues against in the first chapter are:

  1. Government should compel religion
  2. Government should exclude religion
  3. All government is evil and demonic
  4. Do evangelism, not politics
  5. Do politics, not evangelism

Nas oficinas falaram:
Franklin Ferreira: “Na presença de governadores e de reis”: modelos da relação da Igreja com o Estado e o Espectro Político.

Heber Carlos de Campos: A Política, Deus e o Cristão (Executivo do Congresso).
Paulo Rodrigues Romeiro: O pentecostalismo e a política partidária no Brasil.
Fabiano de Almeida Oliveira: A Raiz Religiosa da Esfera Pública.

Heber Carlos de Campos Jr.: Trazendo a fé da esfera privada para o cenário público.
Wilson Santana Silva: Gilberto Freyre – literatura, política e religião.

Quem perdeu, tem agora a oportunidade de assistir as palestras do congresso.
Aproveite!!

Publicado originalmente em http://tempora-mores.blogspot.com/2011/03/cristianismo-e-politica-videos.html